Aquela estampilha simplicíssima, de dez centavos da qual dependem os nossos segredos e as nossas mais belas esperanças; quando pela descolagem se desprende do invólucro das nossas cartas, as nossas sagradas e as nossas mais íntimas esperanças, perdem o passaporte que as poderia levar ao fim do mundo, constitui esta manhã a nossa mais encarniçada preocupação. [...] ABC # 129, Lisboa, 4-I-1923.
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