Ferreira de Castro Castro conhece Ramón del Valle-Inclán numa madrugada de Madrid, na tertúlia do café «La Granja». (Encontro a que se referirá, no fim da vida, nas evocações de Os Fragmentos.), entrevistando-o, já dia fora, no Ateneo de Madrid.
Para Castro, o escritor galego é «[..] hoje a figura mais prestigiosa da Espanha intelectual (...); avessoa ao academismo, «[..] a sua arte dir-se-á uma voz do passado atravessando o túnel dos séculos para vir ecoar, plena de música e de originalidade, na nossa época.»
Na entrevista, «arbitrária, porque eu quando viajo, levo maletas na rede do comboio, e não perguntas na algibeira...», discorre-se sobre literatura, pintura, teatro.
Ilustração, Lisboa, 26 de Abril de 1926, p. 20.
Ilustração, Lisboa, 26 de Abril de 1926, p. 20.

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